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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

novembro 26, 2020

Serra Talhada: Menor de 17 anos joga bebê de apenas seis meses em matagal

                    Viatura Policia Pernambuco S10 Giroflex Sirene Strobo | Mercado Livre

 

Um caso de abandono de incapaz chocou os moradores do bairro da Cohab, em Serra Talhada, nessa terça-feira (24). Por volta das 19 horas, um bebê de apenas seis meses foi jogado em um matagal pela própria mãe, uma menor de 17 anos. De acordo com o 14º BPM, ela foi flagrada por populares, que a detiveram até a chegada de policiais militares.

Segundo o boletim de ocorrência da PM, o companheiro da suspeita e pai da criança, também foi detido, porque presenciou o gesto de abandono e nada fez para impedir que a criança ficasse ao relento. A agressão acabou deixando o bebê com um leve hematoma na perna esquerda. |Farol de Notícias|

 

novembro 26, 2020

‘Um dia vamos bater bola no céu’, diz Pelé sobre morte de Maradona

Após a notícia da morte de Diego Armando Maradona, Pelé afirmou nesta quarta (25). “Noticia triste, perder amigos dessa maneira. Que Deus dê bastante força para a familia. Com certeza um dia vamos bater uma bola juntos lá no céu.”

Desde o final da década de 1970, quando Diego surgiu como fenômeno argentino, a trajetória dos dois se cruzam. No início, de maneira harmoniosa. A partir do início deste século, com conflitos.

A disputa se tornou intensa quando a Fifa elegeu o melhor jogador do século 20, em dezembro de 2000. O brasileiro venceu entre os especialistas escolhidos pela entidade. No voto popular, pela internet, o argentino ficou em primeiro. Ao receber o seu prêmio, Pelé convidou o rival para subir ao palco, mas ele havia ido embora, revoltado.

Não poderia ter jogado ao lado de Pelé porque não teria gostado de ter um mau companheiro. Somos a água e o azeite. Quando se diz de um jogador que ele se entrega aos dirigentes, não me agrada. E a carreira dele foi assim“, disse Maradona em 2001.

Alguns anos antes, o discurso do argentino era diferente. “Pelé deve substituir [João] Havelange na [presidência da] Fifa, isso me encantaria. Sabe mais de futebol, defenderia os jogadores com a criação de sindicato e é um homem que respira futebol, não um jogador de polo aquático“, afirmou em 1995.

Pelé também já teve idas e vindas em opiniões sobre Diego. Criticou o desempenho do argentino na Copa de 1982, o fato de ele ter sido pego no doping com cocaína e passou anos dizendo que não poderia ser comparado ao rival, porque Maradona não sabia chutar com a perna direita e não fazia gols de cabeça.

Mas em entrevista à Folha de S.Paulo em 2018, disse que o campeão mundial de 1986 foi “bem melhor” que Lionel Messi.

O brasileiro foi o primeiro convidado do programa La Noche del Diez (A noite do dez, em espanhol), apresentado por Diego na TV argentina, em 2005. Os dois trocaram elogios, e Pelé cantou uma música que falava sobre como ele queria ser Maradona e vice-versa.

Nossa relação está excelente. Não poderia ser melhor“, afirmou Pelé na mesma entrevista de 2018.

Em dezembro de 2017, em Moscou, antes do sorteio dos grupos da Copa do Mundo do ano seguinte, Maradona deu um beijo na cabeça de Pelé, que estava em uma cadeira de rodas devido a problemas físicos. |FolhaPress|

 

novembro 26, 2020

Região Amazônica tem mais de 54,6 mil ações ambientais na Justiça

Dano ambiental, crimes contra a fauna e a flora e poluição são alguns dos 54,6 mil processos que correm na Justiça buscando a proteção ambiental da região Amazônica desde 2000. Apenas em 2019, foram ingressadas quase 7,9 mil ações – 14,4% do total. Em 2020, até outubro, foram identificados 4,9 mil processos judiciais sobre meio ambiente na Amazônia.

Os dados constam do Painel de Ações Ambientais na Região Amazônica, lançado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nessa terça-feira (24/11), durante a primeira reunião do Observatório de Meio Ambiente do Poder Judiciário. Esse é um mapeamento inédito sobre o acervo de ações ambientais na região.

Com o painel, pesquisadores, ambientalistas e gestores públicos têm agora uma ferramenta que vai permitir identificar quantos e quais conflitos envolvendo meio ambiente e Amazônia já foram levados aos tribunais. A série histórica desde 2000 incentiva o debate, a pesquisa e a criação de políticas públicas destinadas ao meio ambiente na região.

Mais da metade das ações judiciais tem como assunto dano ambiental (32,7%) e crimes contra a flora (22,2%). Poluição vem a seguir, com 12% dos processos. Crimes contra a fauna respondem por 4% das demandas judiciais e 6,3% delas se referem a pedidos de revogação ou anulação de multas ambientais.

O Pará é o estado onde se concentra o maior volume de ações – 20,4 mil, cerca de 37% do total. Na sequência vem o Mato Grosso (14,2 mil processos), Rondônia (7,2 mil) e Amazonas (5,7 mil).

O Painel de Ações Ambientais ainda traz outros detalhes de processos judiciais ligados ao direito ambiental amazônico, como ano de início e classe processual – 18,5% são oriundas de Ação Civil Pública, por exemplo. Os dados são originados a partir da Base Nacional de Dados do Poder Judiciário (DataJud), instituída neste ano pelo CNJ e que consolida informações de tramitação e processos enviadas pelos 90 tribunais brasileiros.

Acesse o painel e outras informações no site do Observatório do Meio Ambiente.

 

Observatório
Instituído em 10 de novembro pelo CNJ, o Observatório do Meio Ambiente é formado por 18 integrantes – 11 conselheiros do CNJ e sete representantes da sociedade. A função principal do grupo é acompanhar e disseminar dados e informações sobre o meio ambiente, tendo por objetivo instrumentalizar pesquisas, estudos comparados, análises prospectivas, debates e produção científica que sirvam de subsídios à atuação do Judiciário em matéria ambiental.

Na primeira reunião realizada na terça-feira (24/11), o presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, reforçou os valores da Constituição de 1988, que definiu um marco para a proteção integral e sistematizada do meio ambiente, elevando-o ao status de valor central da nação. “O desafio do Judiciário é muito grande em relação ao meio ambiente. A atividade jurisdicional de combate à degradação do meio ambiente é um direito de todos, mas também é um dever da sociedade lutar pela manutenção dele.”

CNJ de Notícias

 

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