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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Ministro que usar cargo para se eleger leva “cartão vermelho”, diz Bolsonaro



O presidente Jair Bolsonaro disse em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que demitirá subordinados que usarem o cargo para se promover nas eleições.

“Se algum ministro quer ser eleito, que abra o jogo. E se, porventura, estiver usando ministério para seu respectivo Estado, vai pegar um cartão vermelho de primeira. É cartão vermelho na hora”, falou.

Bolsonaro disse que ainda não viu nenhuma movimentação por parte de ministro para ser vereador ou prefeito neste ano. As eleições municipais serão realizadas em 4 de outubro. O 2º turno, onde houver, será no dia 25 do mesmo mês.

Eis o que Bolsonaro falou sobre outros assuntos durante a entrevista:

ICMS – o presidente criticou governadores com quem trava uma disputa em torno do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado sobre os preços dos combustíveis. “O ICMS tem que ser um valor fixo no preço do combustível ou um porcentual em cima do preço da refinaria”, disse.
 
 Questionado sobre como compensar a queda da arrecadação ao zerar tributos, respondeu: “Problema é deles [governadores]. Não estão reclamando que eu devo diminuir o meu? Vamos diminuir todo mundo”;

Indicações ao STF –falou que tem 3 ministros “supremáveis”. “Se eu for reeleito, vamos ter um total de 4 vagas. Dá para os 3 e mais 1.”. Não quis esclarecer se estaria falando de Sergio Moro (Justiça), André Mendonça (Advocacia Geral da União) e Jorge Oliveira (Secretaria Geral);

Casa Civil – não quis comentar as recentes demissões. Com a insistência da repórter, disse: “Tudo o que tiver que mudar em ministérios será mudado na hora certa e se tiver que mudar. Nós já mudamos 4 ministros”;

Corrupção no governo – sobre acusações envolvendo auxiliares, Bolsonaro falou que monitora possíveis casos de corrupção. “Tenho um pessoal que converso aqui, a Abin [Agência Brasileira de Inteligência] e o respectivo ministro. A denúncia que, porventura, chega, muitas vezes é ‘fake’. Não posso agir somente por ver uma matéria no zap, no Facebook de alguém, na imprensa”.

Fonte: O Povo com a Notícia

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