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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Ato crava centenas de cruzes na Praia de Iracema em referência às mortes de mulheres no Ceará

A manifestação “Amanhecer Pela Vida das Mulheres” reuniu representantes de movimentos feministas e sociais, organizações não governamentais e membros da sociedade civil e do poder público

09:18 · 20.09.2018 / atualizado às 10:26
O ato também denuncia a subnotificação dos casos de feminicídio por parte de órgãos oficiais do Governo ( Foto: Cid Barbosa )
Um ato feminista marcou a Praia de Iracema, na manhã desta quinta-feira (20). A manifestação “Amanhecer Pela Vida das Mulheres” reuniu representantes de movimentos feministas e sociais, organizações não governamentais e membros da sociedade civil e do poder público.


Uma intervenção com 315 cruzes fincadas na areia da praia referenciou os assassinatos das centenas de mulheres, até a primeira semana de setembro deste ano. Em comparação com o mesmo período de 2017, o número de mulheres mortas cresceu 60% em 2018.

O ato também denuncia a subnotificação dos casos de feminicídio por parte de órgãos oficiais. Por exemplo, de acordo com as informações da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará, entre os 315 registros, apenas 10 casos foram categorizados como “feminicídio”.

“Até mesmo a morte da professora Silvany Inácio de Sousa, assassinada em praça pública na cidade do Crato, pelo ex-marido, na frente do filho, foi registrado pela SSPDS como ‘homicídio doloso’”, denuncia a nota divulgada pelo Fórum Cearense de Mulheres, organizador do evento.

O ato foi promovido por instituições como Fórum Cearense de Mulheres (FCM); Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB); Escritório de Diretos Humanos Frei Tito de Alencar; Movimento Ibiapabano de Mulheres (MIM);Instituto Negra do Ceará (Inegra); Associação Mulheres em Movimento (AMEM); Cáritas Diocesana do Cariri; Cáritas Fortaleza Cáritas Regional Ceará; Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA); Coletivo Tambores de Safo; e Fórum Popular de Segurança Pública.

09:18 · 20.09.2018 / atualizado às 10:26
O ato também denuncia a subnotificação dos casos de feminicídio por parte de órgãos oficiais do Governo ( Foto: Cid Barbosa )
Um ato feminista marcou a Praia de Iracema, na manhã desta quinta-feira (20). A manifestação “Amanhecer Pela Vida das Mulheres” reuniu representantes de movimentos feministas e sociais, organizações não governamentais e membros da sociedade civil e do poder público.

Uma intervenção com 315 cruzes fincadas na areia da praia referenciou os assassinatos das centenas de mulheres, até a primeira semana de setembro deste ano. Em comparação com o mesmo período de 2017, o número de mulheres mortas cresceu 60% em 2018.

O ato também denuncia a subnotificação dos casos de feminicídio por parte de órgãos oficiais. Por exemplo, de acordo com as informações da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará, entre os 315 registros, apenas 10 casos foram categorizados como “feminicídio”.

“Até mesmo a morte da professora Silvany Inácio de Sousa, assassinada em praça pública na cidade do Crato, pelo ex-marido, na frente do filho, foi registrado pela SSPDS como ‘homicídio doloso’”, denuncia a nota divulgada pelo Fórum Cearense de Mulheres, organizador do evento.


O ato foi promovido por instituições como Fórum Cearense de Mulheres (FCM); Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB); Escritório de Diretos Humanos Frei Tito de Alencar; Movimento Ibiapabano de Mulheres (MIM);Instituto Negra do Ceará (Inegra); Associação Mulheres em Movimento (AMEM); Cáritas Diocesana do Cariri; Cáritas Fortaleza Cáritas Regional Ceará; Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA); Coletivo Tambores de Safo; e Fórum Popular de Segurança Pública.
Fonte  diariodonordeste

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